Apresentação de slides

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quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Não Desperdice Sua Aposentadoria!

Acredito que todas as pessoas que trabalham pensam um dia em se aposentar. Não tenho duvidas que esse pensamento seja legitimo. Não é pecado fazer planos, elaborar projetos ou até conquistaralgo que durante anos de trabalho você almejou.

Outros simplesmente querem ficar sem fazer nada. Esses alegam que já trabalharam demais, agora é só descanso! Convido você a pensar comigo a respeito disso. Talvez você esteja longe da aposentadoria, talvez você, já percorreu metade do caminho ou até está bem perto de se tornar um aposentado. Não importa, a questão é: Qual será sua atitude quando você se aposentar? Deixe-me sugerir algumas diretrizes a luz das Escrituras Sagradas.

1. Na aposentadoria a sensação é que o tempo fica ocioso. Não caia nessa armadilha. A bíblia nos ensina em Efésios 5:16 que devemos remir o tempo, porque os dias são maus. Não desperdice oportunidade de servir ao Senhor. Faça a obra de Deus, pense em projetos de valor eterno, esteja mais presente nas reuniões da igreja, desfrute a comunhão com Deus em momentos contemplativos. Não desperdice o tempo em TV, dominó, crochê ou em outras coisas que dizem que é para aposentados. Dedique o seu tempo ainda mais ao Senhor.

2. Na aposentadoria é comum as pessoas pensarem que já fizeram tudo e que não é mais o momento de produzir. Outro engano. A Bíblia nos ensina que na velhice é tempo de produção: Salmos 92:14 Na velhice darão ainda frutos, serão cheios de seiva e de verdor. Trabalhe, produza, seja alguém ativo. Talvez na sua vida, seja a grande oportunidade de você produzir na obra de Deus.

3. Na aposentadoria não se reserve em um mundo de isolamento. Você será uma pessoa que pode passar sua experiência para os filhos, netos e até aos mais jovens na igreja. Seja um ancião amoroso. Cuidado para não ficar um idoso ranzinza. Esteja aberto a aprender novas coisas e claro em ensinar aquilo que durante os anos você aprendeu. A Bíblia nos ensina: 1 Pedro 5:5 Semelhantemente vós, jovens, sede sujeitos aos anciãos; e sede todos sujeitos uns aos outros e revesti-vos de humildade, porque Deus resiste aos soberbos, mas dá graça aos humildes.

Caro leitor, esses três conselhos servem para qualquer faze de nossas vidas, todavia, quando chegarmos à velhice, claro se Deus permitir, possamos ter uma atitude bíblica. Que na aposentadoria sejamos produtivos para gloria do nosso Senhor Jesus Cristo. Não desperdice sua aposentadoria!

sábado, 24 de setembro de 2011

Como Evitar Desequilíbrios Religiosos

Vigilância, oração, autodisciplina e aquiescência inteligente aos propósitos de Deus são indispensáveis para qualquer progresso real na santidade. Existem certas áreas de nossas vidas em que os nossos esforços para sermos corretos nos podem conduzir ao erro, a um erro tão grande que leva à própria deformação espiritual. Por exemplo:

1. Quando, em nossa determinação de nos tornarmos ousados, nos tornamos atrevidos. Coragem e mansidão são qualidades compatíveis; ambas eram encontradas em perfeitas proporções em Cristo, e ambas brilharam esplendidamente na confrontação com os seus adversários. Pedro, diante do sinédrio, e Paulo, diante do rei Ágripa, demonstraram ambas essas qualidades, ainda que noutra ocasião, quando a ousadia de Paulo temporariamente perdeu o seu amor e se tornou carnal, ele houvesse dito ao sumo sacerdote: "Deus há de ferir-te, parede branqueada". No entanto, deve-se dar um crédito ao apóstolo, quando, ao perceber o que havia feito, desculpou-se imediatamente (At 23.1-5).

2. Quando, em nosso desejo de sermos francos, tornamo-nos rudes. Candura sem aspereza sempre se encontrou no homem Cristo Jesus. O crente que se vangloria de sempre chamar de ferro o que é de ferro, acabará chamando tudo pelo nome de ferro. Até o fogoso Pedro aprendeu que o amor não deixa escapar da boca tudo quanto sabe (1 Pe 4.8).

3. Quando, em nossos esforços para sermos vigilantes, ficamos a suspeitar de todos. Posto que há muitos adversários, somos tentados a ver inimigos onde nenhum deles existe. Por causa do conflito com o erro, tendemos a desenvolver um espírito de hostilidade para com todos quantos discordam de nós em qualquer coisa. Satanás pouco se importa se seguimos uma doutrina falsa ou se meramente nos tornamos amargos. Pois em ambos os casos ele sai vencedor.

4. Quando tentamos ser sérios e nos tornamos sombrios. Os santos sempre foram pessoas sérias, mas a melancolia é um defeito de caráter e jamais deveria ser mesclada com a piedade. A melancolia religiosa pode indicar a presença de incredulidade ou pecado, e, se deixarmos que tal melancolia prossiga por muito tempo, pode conduzir a graves perturbações mentais. A alegria é a grande terapia da mente. "Alegrai-vos sempre no Senhor" ( Fp 4.4).

5. Quando tencionamos ser conscienciosos e nos tornamos escrupulosos em demasia. Se o diabo não puder destruir a consciência, seus esforços se concentrarão na tentativa de enfermá-la. Conheço crentes que vivem em um estado de angústia permanente, temendo que venham a desagradar a Deus. Seu mundo de atos permitidos se torna mais e mais estreito, até que finalmente temem atirar-se nas atividades comuns da vida. E ainda acreditam que essa auto-tortura é uma prova de piedade.
Enquanto os filósofos religiosos buscam corrigir essa assimetria (que é comum à toda raça humana), pregando o "meio-termo áureo", o cristianismo oferece um remédio muito mais eficaz. O cristianismo, estando de pleno acordo com todos os fatos da existência, leva em consideração este desequilíbrio moral da vida humana, e o medicamento que oferece não é uma nova filosofia, e sim uma nova vida. O ideal aspirado pelo crente não consiste em andar pelo caminho perfeito, mas em ser conformado à imagem de Cristo.

sexta-feira, 1 de julho de 2011

Adultério

Várias pesquisas realizadas no Brasil indicam que a grande maioria dos homens e 50 a 60% das mulheres têm praticado ou praticam o adultério ou, como se diz na linguagem mais em uso, “transam” com pessoas que não são sua esposa ou seu marido. Com a ênfase dada ao sexo na TV, no cinema, na literatura, e até nas instituições de ensino, chegando ao extremo da obsessão, não é de se admirar que o homem secular, sem a convicção espiritual e os princípios da Palavra de Deus, caia nesse pecado.

O crente em Cristo, porém, não cai nesse pecado. Ele entra nele aos pouquinhos. Isso porque não observa a sinalização que o adverte do perigo. Faz vista grossa a esses sinais porque, embora não deseje precipitar-se no abismo da desgraça da imoralidade, quer sentir pelo menos um pouco a gostosura dos seus prazeres. Assim, avançando sinal após sinal, deixa a vida pegar embalo no caminho errado até ao ponto de não conseguir mais fazer a manobra de frear para evitar o desastre. Diz, então, que “caiu no pecado”, quando este, de fato, há tempo já estava no seu caminho.

O primeiro sinal é falta de carinho e afeto na conversa e relacionamento cotidianos com o cônjuge. A comunicação começa a limitar-se a frases como: “Tive um péssimo dia no escritório hoje”; “Já pagou a conta do dentista?”, ou, pior ainda: “Você já gastou todo o dinheiro que lhe dei no mês passado?”; “Se você não comprar logo uma geladeira nova, eu simplesmente vou parar de cozinhar”.

Quando você percebe que é difícil conversar com sua esposa ou seu marido com aquela linguagem carinhosa que usava durante o namoro, tome cuidado – é um dos primeiros sinais de perigo.

Perto desse sinal vem outro: a falta de conversa sobre assuntos espirituais, a leitura da Bíblia em conjunto e a oração com a esposa. Quando essas coisas não fazem parte da vida conjugal, é um sinal de alerta. Prosseguindo nesse caminho pode haver adultério mais adiante.

Há mais sinais. Quando você começa a compartilhar os problemas de relacionamento no lar com algum amigo ou amiga do sexo oposto, você está aproximando-se mais do perigo. Freqüentemente essa outra pessoa tem problemas também, e está disposta a ouvir, a conversar e demonstrar simpatia, o que gera ainda mais intimidade.

Não demora muito para que aconteça o “toque inocente”. O patrão põe a mão no ombro da sua secretária ao pedir que ela digite uma carta; ela encosta seu corpo ligeiramente no dele ao entregar a carta pronta, depois um abraço fraternal, um beijinho no rosto. Você argumenta que não há nada de errado nisso, que é apenas amizade.
Aos poucos vocês estão gastando mais tempo juntos. “Acontece” que saem para o almoço na mesma hora e “por que não almoçarem juntos”? Ela precisa pegar o metrô para ir para casa; “por que não levá-la no seu carro?” Você precisa trabalhar duas horas extras para terminar o projeto, e ela, sendo boa amiga, fica também para ajudar. Se parar um pouco para pensar, você perceberá que tem prazer na companhia dela ou dele. Não, vocês não estão dormindo juntos mas estão em grande perigo. Nessa altura, o sinal é um luminoso vermelho piscando a todo vapor.
Se você não retroceder, haverá um envolvimento emocional que provavelmente o arrastará para a fossa fatal do adultério. E com amargura de coração você dirá – “Caí no pecado”. Não, você não caiu... você entrou nele aos pouquinhos.
O pastor Charles Mylander, num artigo publicado no periódico “Moody Monthly”, sugere três áreas onde é preciso aumentar o controle para evitar ser arrastado ao pecado do adultério:
Primeiro: Controle da mente
Adultério, como a maioria dos pecados, começa na mente. O crente em Cristo precisa levar “cativo todo pensamento à obediência de Cristo” (2 Co 10.5). O apóstolo Paulo exorta o cristão a uma transformação “pela renovação da... mente” (Rm 12.2), e Jesus Cristo, no Sermão da Montanha, disse: “Qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mt 5.28).
A porta principal da mente são os olhos. E nessa área de imoralidade o homem, muito mais que a mulher, precisa desenvolver o controle a fim de ter uma mente pura. O homem que permite aos seus olhos o prazer de assistir aos programas de TV que apelam para sexo a fim de obter mais IBOPE (e são muitos); que toma tempo para folhear revistas como “Playboy”, que deixa seus olhos analisarem o corpo das mulheres para uma avaliação sexual, logo vai perder a primeira batalha contra a tentação. Sua mente vai QUERER o adultério, e este querer só espera a oportunidade para se realizar com a experiência.
A mulher também precisa praticar o controle. Talvez mais na maneira de vestir-se do que pelo olhar. É interessante que a Bíblia exorta a mulher a vestir-se com modéstia, bom senso, etc., e não o homem, isso porque a mulher não é tão facilmente levada à tentação sexual pelos olhos como o homem. Mas a mulher que é indiscreta na maneira de vestir-se, sem dúvida, é cúmplice do diabo na tentação ao homem. A admoestação da Bíblia de “glorificar a Deus no vosso corpo” (1 Co 6.20), com toda a certeza inclui o cuidado que cada mulher precisa ter em não provocar a concupiscência, revelando a beleza do seu corpo, seja por falta de roupa adequada ou pelo uso de roupa colante. Argumentar que “está na moda” não mudará em nada a opinião do Autor das Sagradas Escrituras.
Segundo: Controle de palavras
O homem casado, ou a mulher casada, jamais devem usar as palavras carinhosas de amor no trato com outras pessoas além do cônjuge. Nunca compartilhe problemas de casa com amigos do sexo oposto. E não procure conselho com alguém que tenha seus próprios problemas. Quem é perdedor dificilmente ajudará outro a ganhar. Ao encontrar problemas sem solução, procure conselho com alguém que descobriu a fórmula para constituir uma família feliz e vive essa felicidade no lar. Muitos adultérios tiveram o seu início na intimidade da “sala de aconselhamento”.
Terceiro: Controle de toque
Homens, não ponham suas mãos noutra mulher a não ser a sua própria esposa. E, mulheres, não conversem com o homem em “Braille”. O prazer da intimidade física é algo que Deus reservou para a santidade do casamento. Sexo antes ou fora do casamento sempre contamina o sexo no casamento, e o contato físico é um prazer que leva à consumação do desejo dessa intimidade. É preciso avaliar sinceramente se os abraços e beijos que damos e recebemos são uma expressão de estima recíproca ou um prazer “inocente” que podemos desfrutar sem compromisso. Deus reconhece o nosso desejo de intimidade, mas não aprova tal intimidade fora do casamento. “Por causa da impureza, cada um tenha a sua própria esposa, e cada uma, o seu próprio marido” (1 Co 7.2).
O conselho de Salomão ainda é válido: “Bebe a água da tua própria cisterna e das correntes do teu poço... alegra-te com a mulher da tua mocidade... e embriaga-te sempre com as suas carícias... O que adultera com uma mulher está fora de si; só mesmo quem quer arruinar-se é que pratica tal coisa” (Pv 5.15,18-19; 6.32).

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Onde está seu coração

O dia 2 de setembro de 1937 foi uma data de triste memória para os Jogos

Olímpicos. Pierr e de Coubertin, o fundador e defensor incansável das Olimpíadas

da Era Moderna, morreu e foi enterrado na Suíça. Seu coração foi levado

à Olímpia na Grécia, como demonstração do seu amor pelo esporte. Em toda

sua vida, seu coração pertenceu aos Jogos Olímpicos.

Onde está o seu coração? Muitas pessoas vivem em nosso planeta, e todas elas têm o coração em algum lugar. Não me refiro a um órgão físico, mas a uma motivação na vida.

Desde o mais rico até o mais humilde empregado, vive com seu coração

em alguma coisa. Podemos dizer qualquer coisa, mas nosso coração pertence

àquilo que mais desejamos. O que domina nossa mente é o que nos

domina — onde está nosso tesouro, ali está nosso coração.

Qual é o seu tesouro? Vou descrever alguns dos mais comuns: Diversões, aventuras, música, estudos, esportes, dinheiro, amigos, fama, poder, prazer, sexo, conhecimento e etc.
Muitas destas coisas não são más em si mesmas, outras sim, mas o

problema começa quando se tornam o mais importante para você. Alguma

delas começou a desviar seu coração? Você pode acrescentar à lista muitas

outras situações inclusive coisas muito boas, como a família, uma causa

justa, o serviço aos outros. Até as melhores coisas podem converter-se em

pesadelos quando governam completamente nossos corações, mentes e maneira

de viver.

Nosso coração está seguro somente em um lugar — com Deus. Se em

nosso coração Ele é o primeiro, todas as demais coisas passam a ter seu verdadeiro

significado. Aí sim, temos tesouros porque nosso verdadeiro tesouro

é Jesus. Onde está o seu coração?

Artigo de Jaime Fernandez Garrido,  Ministério RBC.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Pensamentos sobre o Ministério de Pregação

O pastor que não alimenta o rebanho rapidamente o perderá. Então dedique sua vida no que realmente tem valor. Fidelidade, piedade e compromisso com a Palavra são requisitos básicos para a pregação. Exercita a ti mesmo em piedade, tem cuidado de ti mesmo e da doutrina. Deseje todas as vezes que subir ao público, considerar essa a ultima oportunidade que lhe é dada para pregar, e a ultima oportunidade que é dada ao povo de ouvir.

Sola Scriptura.

sábado, 15 de janeiro de 2011

O Messias chegou

Desde que o general romano Tito destruiu Jerusalém, no ano 70 de nossa Era, dando início à Diáspora dos judeus, essa gente nunca mais se reuniu. Espalhados à força, eles se dispersaram pelos quatro cantos do mundo, cumprindo assim profecias bíblicas feitas centenas de anos antes. Tiveram contato com outras culturas, aprenderam novas línguas, conviveram com outras crenças – mas, em sua maioria, jamais deixaram de ser judeus. O povo que um dia foi escolhido pelo Senhor sonhou, ao longo dos séculos, com o retorno à sua terra prometida. Até que, em 1948, uma resolução das Nações Unidas, com o beneplácito das potências ocidentais, abriu as portas para o retorno dos judeus. Dos cinco continentes, os descendentes dos hebreus tomaram o rumo de volta para casa, dando origem ao que hoje é o moderno Estado de Israel. Cerca de 5,4 milhões de judeus fazem da estreita faixa de terra à margem oriental do Mediterrâneo o seu lar. Com um crescimento vertiginoso nas últimas décadas – superando os cem por cento –, a estimativa é que, em breve, Israel tenha novamente a maior população judaica do mundo, superando os Estados Unidos, onde vivem 6 milhões de filhos de Abraão.

Foi para anunciar a Cristo como Messias aos judeus da Diáspora que surgiu, em 1973, a organização Jews for Jesus (Judeus por Jesus). De San Francisco (EUA), onde foi montado o primeiro núcleo, a entidade – que crê que Yeshua, o profeta que nasceu em Belém, pregou o Reino de Deus e foi crucificado em Jerusalém é mesmo o Salvador do mundo –, tornou-se a maior agência missionária de evangelismo de judeus em todo o mundo, com 25 filiais em 11 diferentes países, inclusive o Brasil. São mais de cem missionários e 200 voluntários treinados, cuja meta é ganhar seus irmãos para Cristo. “Nós existimos para fazer o Messias Jesus um assunto inevitável para o nosso povo judeu em todo o mundo”, sintetiza o pastor Sergio Danon, diretor-executivo de Judeus por Jesus no Brasil.

O trabalho de evangelismo junto a este segmento não é nada fácil. Paradoxalmente para uma região que viu nascer o cristianismo, Israel é hoje uma das nações menos alcançadas pelo Evangelho, já que apenas 0,1% dos sabras (judeus nascidos ali) crêem em Jesus como o Messias. Embora não seja proibida, a ação das missões evangélicas junto ao povo judeu não costuma ser bem vista, sobretudo pelos ortodoxos. Por isso mesmo, os primeiros campos de Judeus por Jesus foram, para usar a expressão bíblica, os confins da terra. De acordo com o pastor, a maioria dos que vivem fora de Israel moram em nações democráticas, onde a ação evangelística é livre. “Nossa forma de atuação envolve múltiplas atividades, como contatos diretamente na rua, distribuição de folhetos, correspondência, visitas, discipulado e uso da mídia, com anúncios em jornais e até outdoors, além do uso maciço da internet”, explica Danon. Em abril de 2001, a entidade deu início a uma campanha evangelística chamada “Operação eis o vosso Deus”, baseada no texto de Isaías 40.9. O objetivo era o de alcançar todas as cidades do mundo fora de Israel que tivessem pelo menos 25 mil judeus. “Os resultados foram impressionantes”, diz o pastor. “Alcançamos 55 cidades, sendo quatro na América Latina e duas no Brasil – São Paulo e Rio”. Além de 17 milhões de folhetos temáticos distribuídos, os evangelistas fizeram contato com cerca de 18 mil judeus. “Quase 1,7 mil deles aceitaram a Jesus”, comemora o diretor.

Campanhas de rua – Agora, chegou a vez da Terra Santa. Desde o ano passado, o esforço missionário de Judeus por Jesus entrou com força em Israel. O objetivo não poderia ser outro: alcançar toda a nação com o Evangelho. “O país não é tão grande assim, e o dividimos em 12 áreas. Então, ao longo de seis anos, de 2008 a 2013, através de duas campanhas evangelísticas por ano, teremos coberto todo o território”, planeja Danon. Com 22 mil quilômetros quadrados, o Estado de Israel é do tamanho de Sergipe, o menor estado brasileiro. As dificuldades, certamente, são de outra natureza. Embora boa parte da população siga um judaísmo apenas nominal, os judeus ortodoxos, que têm grande influência social, costumam resistir à pregação. Mesmo assim, a operação avança. A primeira campanha foi iniciada em abril do ano passado, na região metropolitana de Tel Aviv, a segunda e mais secularizada cidade do país, com sua vida noturna e grandes centros de comércio, além das representações consulares estrangeiras. “Mais de 2,2 mil judeus demonstraram interesse em saber mais sobre Yeshua”, comemora Danon. O grupo distribuiu ainda 130 mil folhetos. O apoio fica por conta da filial da entidade, que conta com 15 pessoas, entre funcionários e missionários

A segunda campanha foi realizada na região norte, onde fica a Galileia. Ali, nada menos que sessenta judeus receberam a Cristo como Salvador. Dadas as circunstâncias, o número é dos mais expressivos. Em março deste ano, foi desencadeada a terceira mobilização, na região de Sh’felah, ao sul de Tel Aviv. “Ao contrário das outras duas campanhas, essa região é predominante de pessoas religiosas e ortodoxas. Muitas pessoas jamais ouviram falar de Jesus”, comenta o pastor. “Alguns ficaram furiosos por estarmos lá, mas outros pediram que lhes enviássemos edições do Novo Testamento”. Ao contrário das expectativas, os agentes missionários encontraram ali 18 judeus cristãos que não conheciam.

A campanha de Judeus por Jesus está chamando também a atenção da mídia. De acordo com Sérgio Danon, dois jornais, o Jerusalem Post e o Yediot Achronot, já fizeram reportagens sobre o trabalho. “A mensagem saiu meio distorcida, mas mesmo assim Jesus estava em foco”, observa. Ele reconhece que o evangelismo em Israel é uma tarefa árdua. “Há aqueles que gostariam que fosse aprovada uma lei tornando a atividade missionária cristã como crime”. No seu entender, as coisas poderiam mudar na Terra Santa se mais crentes em Jesus estivessem dispostos a correr riscos para levar o Evangelho a áreas onde o nome do Filho de Deus sequer é pronunciado: “Imagine como as coisas poderiam mudar se, no corpo de Cristo, mais pessoas estivessem dispostas a interceder e contribuir para a salvação do povo judeu.”

Texto extraido o site: Cristianismo hoje)
(Obreiros da missão Judeus por Jesus mobilizam-se para pregar o Evangelho em Israel).
Por Carlos Fernandes

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Esfriamento espiritual

Recentemente ouvi de alguém proferir a seguinte frase: “antigamente os crentes eram mais fervorosos, hoje existe um grande esfriamento espiritual”. Não sei se esta afirmação está correta, no entanto, não é a primeira vez que eu a escuto. Será que os crentes de antigamente eram mais fervorosos? Não sei, mas uma coisa eu posso afirmar, seja crentes de séculos atrás ou de hoje, cada salvo precisa aquecer o seu amor e coração com a fé. Muitos crentes deixaram o seu primeiro amor, deixaram de ler a bíblia, deixaram de orar, perderam a vontade de ir à igreja. O que fazer nesta hora? Em Rm. 13:11-14 podemos observar algumas exortações praticas para aquecermos nosso coração e amor com a fé. A primeira observação que quero fazer é sobre a perspectiva da volta de Cristo. No verso 11 lemos: ...já hora de despertarmos do sono... muitos crentes estão dormindo, aqui há uma vibrante ordem para despertar da indolência. Não pode haver fervor em uma vida sonolenta. ACORDE! Cristo está voltando, não falo em tempo, mas em vigilância. ACORDE! A segunda observação é sobre rejeitar as obras das trevas. No verso 12 lemos: ...Rejeitemos, pois, as obras das trevas... o reino das trevas trabalha incansavelmente contra o reino da luz, a luta é diária e inevitável, a palavra chave é REJEITAR! Rejeite tudo que é mal, ou melhor, tudo que tem a aparência do mal. Muitos crentes estão frios, porque não estão REJEITANDO as obras das trevas. E por ultimo quero observar sobre a preparação do crente. No verso 12 e 14 lemos: ... vistamo-nos das armas da luz... revesti-vos do Senhor Jesus Cristo e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências. Para uma fé fervorosa, precisamos de uma fé real. Nada substitui a leitora diária da Bíblia, nada substitui a oração, nada substitui a comunhão da igreja. Estas são as armas da luz. O crente revestido de CRISTO não pode ficar frio ou indiferente.


Querido leitor, se você é um salvo e está frio e indiferente, não existe receita mágica, olhe para o alto, vigie e espere fervorosamente Cristo voltar. Não olhe para traz, no tempo que eras trevas, rejeite as obras de satanás. Continue olhando para frente, se apodere das armas da luz, e revista-se de Cristo que o autor e consumados da nossa fé.

Sola Scriptura.